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Minérios

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MINÉRIO DE MANGANÊS

FORTE 3 ARMAZENS GERAIS LTDA faz parcerias e aportes financeiros a mineradoras por meio de uma das empresas do grupo, auxiliando algumas  mineradoras em sua gestão financeira e comercial.

O manganês é o 12º elemento químico mais abundante da crosta terrestre e seus principais minérios são a pirolusita e a rodocrosita. As maiores jazidas estão localizadas na África do Sul, Brasil, Ucrânia, Austrália, Índia, China e Gabão.

No Brasil, o minério é extraído principalmente nos estados do Pará, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul . Este tem desempenhado um papel importante no desenvolvimento de diversos processos de fabricação de aço, pois é o quarto metal mais utilizado no mundo, vem logo depois do ferro, alumínio e cobre e está presente em nossa rotina.

É bastante utilizado em carros e na construção civil, por isso, cerca de 90% de todo o manganês consumido atualmente vai para as siderúrgicas.

É comum a utilização de ligas metálicas desse elemento na indústria siderúrgica, sendo este também utilizado como desoxidante moderado, não é reciclável e não possui substituto econômico, em virtude de possuir preço relativamente baixo, além de benefícios técnicos, o uso de outra substância não é viável.

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MINÉRIO DE FERRO

FORTE 3 ARMAZENS GERAIS LTDA faz parcerias e aportes financeiros a mineradoras por meio de uma das empresas do grupo, auxiliando algumas  mineradoras em sua gestão financeira e comercial.

Os minérios de ferro são rochas a partir das quais pode ser obtido ferro metálico de maneira economicamente viável. O ferro encontra-se geralmente sob a forma de óxidos, como a magnetita e a hematita ou ainda como um carbonato, a siderita.

Produção mundial

A extração de minério de ferro é uma indústria presente na maior parte dos países. Os dez maiores produtores mundiais de minério de Ferro (dados de 2006[1]) são a China, Brasil,[2] Austrália, Índia, Rússia, Ucrânia, África do Sul, Irã, Canadá e Estados Unidos, o Reino Unido na época da primeira e segunda Revoluções Industriais, entre 1760 e 1910, era um dos maiores produtores do minério de ferro, mas as jazidas se começaram a se esgotar, porém não antes da Década de 1960.[3]

O consumo mundial de minério de ferro cresce cerca de 11% ao ano, e os maiores consumidores são a China, Japão, Coreia, Estados Unidos e a União Europeia.

Os métodos de mineração variam consoante o tipo de minério. Os quatro principais, sob o ponto de vista de interesse econômico, são a magnetita, titanomagnetita, hematita e pisolita.

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NIÓBIO

O nióbio é um elemento químico, de símbolo Nb, número atômico 41 (41 prótons e 41 elétrons) e massa atômica 92,9 u. É um elemento de transição pertencente ao grupo 5 (anteriormente denominado 5B) da classificação periódica dos elementos. O nome deriva da deusa grega Níobe, filha de Dione e Tântalo — este último, por sua vez, nomeou outro elemento do grupo 5, o tântalo.[1] É usado principalmente em ligas de aço para a produção de tubos condutores de fluidos. Em condições normais, é sólido. Foi descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett.[2]

O nióbio têm propriedades físicas e químicas similares ao do elemento químico tântalo e, portanto, ambos são difíceis de distinguir. Em 1801, o químico inglês Charles Hatchett relatou a descoberta de um material similar ao tântalo e o denominou colúmbio. Em 1809, o químico inglês William Hyde Wollaston, erroneamente, concluiu que o tântalo e o colúmbio eram idênticos. Em 1846, o químico alemão Heinrich Rose estabeleceu que os minérios de tântalo continham um segundo elemento que foi batizado como nióbio. Entre 1864 e 1865, ficou esclarecido que "nióbio" e "colúmbio" eram dois nomes do mesmo elemento, sendo assim, por quase um século adotados esses termos de forma intercambiável. O nióbio foi oficialmente reconhecido como um elemento químico em 1949, mas o termo colúmbio ainda é utilizado na metalurgia estadunidense.

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TÂNTALO

O tântalo (forma preferida em Portugal e Brasil) ou tantálio é um elemento químico de número atômico 73 (73 prótons e 73 elétrons), símbolo Ta com massa atómica 181 u que se situa no grupo 5 (anteriormente chamado VB) da classificação periódica dos elementos. Trata-se de um metal de transição raro, azul grisáceo, duro, que apresenta brilho metálico, cor meio acinzentada e resiste muito bem à corrosão. Na temperatura ambiente o tântalo encontra-se no estado sólido.

É encontrado no mineral tantalita. Fisiologicamente inerte, de modo que, entre suas varias aplicações, pode ser empregado para a fabricação de instrumentos cirúrgicos e em implantes.

Foi descoberto em 1802 por Anders Gustaf Ekeberg em minerais provenientes da Suécia e Finlândia e isolado por Jons Berzelius em 1820.

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GRAFITE P/ GRAFENO

O grafeno é uma das formas cristalinas do carbono,[1] assim como o diamante, o grafite, os nanotubos de carbono e fulerenos. O termo grafeno foi proposto como uma combinação de grafite e o sufixo -eno por Hanns-Peter Boehm.[2][3] Foi ele quem descreveu as folhas de carbono em 1962.[4]

Quando de alta qualidade, costuma ser muito forte, leve, quase transparente, um excelente condutor de calor e eletricidade. É o material mais forte já encontrado, consistindo em uma folha plana de átomos de carbono densamente compactados em uma grade de duas dimensões.[5] É um ingrediente para materiais de grafite de outras dimensões, como fulerenos 0D, nanotubos 1D ou grafite 3D.[5]

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OURO

O ouro (do latim aurum, "brilhante") é um elemento químico (símbolo Au) de número atómico 79 (79 prótons e 79 eléctrons) que está situado no grupo 11 (anteriormente chamado IB) da tabela periódica, e de massa atómica 197 u. , Na natureza, o ouro é produzido a partir da colisão de duas estrelas de nêutrons.

 O ouro é utilizado de forma generalizada em joalharia, indústria e eletrônica, bem como reserva de valor.

O ouro 24 K (24 quilates) é o ouro puro, também chamado de ouro fino ou ouro mil, e é composto por 24 partes de ouro, de um total de 24 partes, o equivalente a 99,9% de ouro.

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DIAMANTES

O diamante é um cristal sob uma forma alotrópica do carbono, de fórmula química C. É a forma triangular estável do carbono em pressões acima de 6 GPa (60 kbar). Comercializados como pedras preciosas, os diamantes possuem um alto valor agregado. Normalmente, o diamante cristaliza com estrutura cúbica e pode ser sintetizado industrialmente. Outra forma de cristalização do diamante é a hexagonal, menos comum na natureza e com dureza menor (9,5 na escala de Mohs). 

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ESMERALDAS

A esmeralda é uma pedra que se origina do Berilo, assim como outras pedras preciosas. Entretanto, ela é considerada a pedra mais nobre de seu grupo. Essas pedras surgem a partir de processos físicos que ocorrem na natureza.

A esmeralda é uma das pedras preciosas mais cobiçadas do mundo e faz parte de nossa história desde os primórdios da civilização. Com seu belo e profundo verde, a esmeralda se transformou na pedra do mês de maio, na gema do amor e símbolo para anéis de formatura de diversos cursos. Vamos, então, conhecer um pouquinho mais sobre essa gema capaz de criar joias incríveis.

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RUBI

Um rubi é uma pedra preciosa rosa a vermelho-sangue, uma variedade de corindo mineral (óxido de alumínio). Outras variedades de corindo com qualidade de gema são chamadas safiras. O rubi é uma das jóias cardinais tradicionais, junto com ametista, safira, esmeralda e diamante. A palavra rubi vem de "ruber", latim para vermelho.

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ALEXANDRITA OU ALEXANDRITE

Alexandrita ou alexandrite é uma variedade do mineral crisoberilo e uma pedra preciosa muito apreciada e de grande valor. Muda sua cor de acordo com a luz: à luz natural é geralmente verde-oliva, mas à luz incandescente, de lâmpadas de filamento e fogo, assume cor vermelha. Sua mudança de cor e relativa escassez é devido a uma combinação extremamente rara de minerais, incluindo titânio, ferro e cromo. O crisoberilo algumas vezes pode conter minúsculas inclusões em forma de agulhas, paralelas, que refletem uma luz prateada e ondulante (efeito de acatassolamento), quando lapidada em cabochão.